sábado, 26 de novembro de 2011

The one that got away!

The past is like a hand full of dust. It filters trough your fingers, disappearing, little by little.
I wish for my day I can come back.
In another life, i would do things differently.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Cirurgia refrativa

Vou fazer a cirurgia refrativa nos dois olhos (a de miopia, pra não precisar usar mais óculos).
Vou ter que ficar de óculos escuros, RayBan, claro, durante 6 dias sem poder tirar.
Que chato, não?
Mas tô morrendo de vontade de voltar a postar.
Então esperem por mim depois da terça-feira, que é quando acaba o período de repouso.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

As Horas

Queridos amigos,

Olhar a vida de frente, sempre olhar a vida de frente e sabê-la, pelo que ela é. Afinal, sabê-la, amá-la pelo que ela é. E então, deixa-la de lado.
Amigos, sempre os anos entre nós, sempre os anos, sempre o amor, sempre as horas.

sábado, 4 de junho de 2011

Social Media Brasil 2011

Eh, tô vindo aqui pra falar do Social Media Brasil 2011.
Gente, nunca vi um exemplo tão grande de desorganização.
Sem WIFI (eles avisaram por e-mail depois das 23h do dia anterior que não teria), palestras atrasadas, pessoas que não falam exatamente sobre o título de sua apresentação, certificado POR E-MAIL, MY GOD! Ninguém se desculpa pelos atrasos, ou pela falta do WiFi, minha gente!
A propósito, não adianta de nada você encher de palestrantes, e deixar pra eles um tempo insuficiente pra que eles se aprofundem nos seus assuntos.
Confio nas palavras do meu veterano Ishida, Social Media Brasil tá pior a cada ano.
Terrível, terrível, terrível.
Agora me resta CampusParty e Social Media Week, vamo ver no que dá, né?

P.S.: o coffebreak tava muito bom!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Reportagem Folha - Homofobia

Eu não sei que reação ter ao me deparar com reportagens como essa da folha. A impressão que eu tenho é a de que, odiar os homossexuais, tudo bem, contanto que você não bata neles.

Governo agora admite rever pontos da lei anti-homofobia 

Sob pressão da bancada evangélica, proposta passará por modificações

Relatora do projeto, Marta Suplicy sinaliza manter no texto como crime só a violência por preconceito sexual


DE BRASÍLIA

Com uma crise em sua base aliada, o governo decidiu evitar temas polêmicos no Congresso nos próximos 15 dias e sinaliza um recuo em pontos da lei anti-homofobia. A proposta, que está no Senado, passará por modificações para atender a bancada evangélica.
Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff se viu obrigada a fazer concessões, após deputados evangélicos e católicos protestarem contra o material didático que seria distribuído pelo Ministério da Educação.
Para pressionar o governo, os evangélicos ameaçaram convocar o ministro Antonio Palocci (Casa Civil), enfraquecido desde a revelação, feita pela Folha, da multiplicação de seu patrimônio.
O governo negocia com os evangélicos no Senado uma alternativa para suavizar o projeto, que prevê a criminalização da homofobia. O acordo ainda não foi fechado, mas a relatora Marta Suplicy (PT-SP) se mostrou disposta a atender os religiosos.
Na primeira versão, o projeto definia como crime "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito" de orientação sexual ou identidade de gênero.
Marta já havia garantido aos religiosos a liberdade para criticar a homossexualidade em pregações, mas os evangélicos não ficaram satisfeitos com essa alteração.
Agora, a senadora está disposta a manter no texto como crime só o ato de "induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado pelo preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero".
O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) disse que o texto ainda será levado para lideranças religiosas. Só depois, será batido o martelo. "Conseguimos o principal, que é derrubar o crime de liberdade de culto e da expressão do pensamento", afirmou.
Ele sugeriu também que sejam previstas penas maiores a grupos que usarem violência contra homossexuais.
A pressão vai aumentar hoje com manifestação de evangélicos, liderados pelo pastor o Silas Malafaia, na frente do Congresso.
Outro sinal de recuo veio da Secretaria dos Direitos Humanos, que declarou ontem que "não há posição fechada dentro do governo sobre o projeto". No mês passado, a ministra Maria do Rosário falou abertamente em favor da punição para quem faz discursos homofóbicos.
Para o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que defende a causa gay, o projeto tem que combater também "o discurso do ódio". "Não dá para separar a prática violenta, como lesões e assassinatos, do discurso difamador contra homossexuais."(LARISSA GUIMARÃES, MARIA CLARA CABRAL, GABRIELA GUERREIRO E ANA FLOR)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Descaso do governo estadual da Bahia

O nosso querido governador Jacques Wagner, eleito com 60% de votos (o meu, o seu voto, os nossos votos!), colocou uma pedra na divulgação do que está acontecendo com nossas universidades estaduais. Em completo descaso com o nível superior na Bahia, ele paga um dos piores salários do Nordeste aos professores universitários, mas manda o reitor de uma das maiores universidades públicas do estado dizer que o professor ganha em média 7 mil reais, que 7 mil reais, pro interior, é bom, né? O jornal A Tarde, em vez de investigar a respeito, simplesmente publica, como se faz numa matéria paga!
O professor que ganha 7 mil (brutos) é aquele em fim de carreira, que já tem no mínimo 20 anos de universidade, que tem 40 horas, dedicação exclusiva, que já permaneceu dois anos como auxiliar A, dois anos auxiliar B, estudou dois anos para ter mestrado, permaneceu dois anos como assistente A e mais dois anos como B, fez de quatro a cinco anos de doutorado, esperou uma vaga de adjunto, ficou dois anos como adjunto A e mais dois anos como adjunto B, pleiteou uma vaga de titular, orienta projetos, dá aula...
Então, esse professor recebe 7 mil de salário! É um excelente salário! Principalmente em comparação com um funcionário da justiça ou do executivo que mal tem graduação e recebe igual ou melhor do que ele. Mas 70% dos professores das nossas universidades estaduais não ganham 7 mil, nem brutos nem líquidos. 
Para piorar a situação, eis que o governo aprova um decreto que acaba com a independência das universidades.
Na prática, além dos baixos salários, as UEBAs sofrem corte de verbas, o que impede a contratação de professores substitutos, impossibilitando a saída dos docentes para qualificação, e ainda sofre com a alteração no regime de trabalho de professores que não podem pedir Dedicação Exclusiva - provavelmente porque o governador considera um luxo "desnecessário" o docente se dedicar unicamente à universidade e ganhar por isso. Porém, tanto o governador quanto o secretário estão nas TVs locais todo dia dizendo que o decreto "não impede o crescimento das UEBAs e nem a saída de professores para qualificação", pois os processos estão sendo "vistos um a um" e liberados "na medida do possível".
Só faltou dizer que quem estiver com "painho" está com Deus. É o nosso coronel carioca, agora, sem barba!
Além disso, corta gastos com cursos, seminários, capacitação e treinamento dos servidores públicos, água, energia, xerox, telefone, ônibus e demais veículos da universidade, assinatura de revistas e jornais. Ou seja, além de ter que lidar com péssimas estruturas, materiais de qualidade duvidosas e um descaso completo para com os nossos queridos mestres, agora ele quer inibir a divulgação disso. O nosso governador carioca quer que nós, baianos, esqueçamos dos nossos estudos e que sejamos apenas escravos do sistema, que não tenhamos consciência sobre nossos atos. Quer que sejamos apenas ferramentas para aumentar a renda do estado e diminuir a nossa capacidade de, nas próximas eleições, reduzir os 60% de aprovação a 6% - como foi feito com outros carlistas que investiram tanto contra a educação que hoje, coitados, não conseguem se eleger a nada!
Essa carta aberta pede a todos que a enviem a seus contatos, pois com as matérias pagas nos nossos jornais e as declarações falsas de reitores e secretários poucos sabem o que realmente está acontecendo, porque as quatro universidades estaduais da Bahia estão em greve, porque os representantes do governo sequer aparecem nos encontros marcados para dar sua posição quanto às reivindicações e negociar as cláusulas da greve. 
Pedimos a cada um que ler reenviar para todos os seus contatos.
NÃO FIQUE QUIETO, NÃO DEIXE O GOVERNO NOS ALIENAR. ISSO NÃO É UMA CRÍTICA PARTIDÁRIA, É UMA CRÍTICA AO COMPLETO DESCASO DO NOSSO GOVERNO COM OS NOSSOS ESTUDOS. OS PROFESSORES, MESMO COM OS SALÁRIOS CORTADOS, PERMANECEM EM GREVE. SOMOS ESTUDANTES E QUEREMOS A VERDADE!
Amanda dos Santos Teles
Graduanda do curso Ciências Farmacêuticas - UEFS